sexta-feira, 27 de março de 2015

Agricultores são incentivados a produzir alimentos para a merenda escolar



A prefeitura de Belém por meio da Fundação Municipal de Assistência ao Estudante (Fmae) e a Empresa de Assistência Técnica e Rural (Emater) reuniram nesta terça-feira, 25, na comunidade de Castanhal de Mari-Mari, em Mosqueiro, com os moradores da região insular para orientar sobre a produção agrícola que pode ser destinada a alimentação escolar. O objetivo é promover a geração de renda, fomentar o comércio local e possibilitar oportunidades de trabalho para os habitantes das ilhas de Belém.
Durante a reunião os produtores receberam explicações sobre  o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) que inclui os alimentos oriundos da agricultura familiar,  e sobre os recursos financeiros repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que determina o mínimo de 30% para aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar, priorizando assentamentos de reforma agrária, comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas. Os agricultores também conheceram  o procedimento necessário para que uma comunidade se habilite a participar do programa.
O Pnae garante a alimentação escolar dos alunos da educação básica em escolas públicas e filantrópicas. Seu objetivo é atender as necessidades nutricionais dos alunos para contribuir na aprendizagem e rendimento, bem como promover hábitos alimentares saudáveis.
Para o presidente da Fmae, Walmir Moraes, o programa é fundamental para o desenvolvimento econômico da região. “Por favorecer o comércio regional, o Pnae contribui para o crescimento econômico local e o combate à pobreza. Para quem adquire esses produtos, o resultado é mais qualidade na alimentação.Pretendemos regionalizar a alimentação da rede municipal de ensino, dando qualidade aos cardápios através da maior utilização das frutas regionais produzidas nas ilhas de Belém”, ressaltou.
A Emater entregou as Declarações de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar DAP/Pronaf que é o enquadramento do agricultor como pequeno produtor. Com esse documento os agricultores passam a ter acesso aos benefícios do governo federal, tais  como habitação rural, merenda escolar, aquisição de alimentos e Pronaf Agroindustrial, além de financiamentos com baixa taxa de juros e maiores prazos de pagamento.
Somente com a DAP os agricultores podem comercializar com as instituições responsáveis pela merenda escolar.
A iniciativa abriu para os agricultores familiares um vasto espaço de comercialização que não existia antes. “Comercializar e vender para as escolas é uma possibilidade que nós produtores não sabíamos que existia. Assim podemos incrementar a nossa renda e os alunos recebem uma alimentação mais gostosa e saudável porque nossos produtos são livres de agrotóxicos e a nossa produção fica mais valorizada”, afirmou Milton Pereira, agricultor da comunidade de Mari-Mari.
 
Texto: Jolse Quinto
Foto: João Gomes / COMUS
Secretaria Municipal de Educação (SEMEC)
 

II Concurso de Contos "Domingo José Martins" inscreve até o dia 30 de março

Podem participar do II Concurso de Contos "Domingo José Martins" todos os cidadãos brasileiros, maiores de dezoito anos. O tema do concurso é livre. Cada participante pode concorrer com apenas 01 (um) conto inédito, escrito obrigatoriamente em Língua Portuguesa.
Para saber mais, acesse: http://www.concursosliterarios.net.br/

XI Olimpíada Brasileira de Biologia está com as inscrições abertas

Seguem abertas até o dia 31 deste mês a XI Olimpíada Brasileira de Biologia. Podem participar da Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB) estudantes de escolas públicas e privadas em que houver pelo menos um professor credenciado. É função ou responsabilidade dos professores credenciados inscrever alunos na OBB, reproduzir as provas e cartões-respostas da PRIMEIRA FASE, aplicar provas, registrar os resultados da primeira fase na página oficial da OBB. Espera-se o máximo cuidado com o sigilo das questões, da lisura das provas e da boa execução das tarefas sob sua incumbência.
Para credenciamento dos professores, cada escola deverá preencher o cadastro de inscrição on line na página oficial da OBB (www.anbiojovem.org.br).

Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica inscreve até o dia 31

As inscrições para as novas escolas que tenham interesse em participar da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica e da Mostra Brasileira de Foguetes, foram prorrogadas até o dia 31/03/15 (Terça-feira).
OBA e a MOBFOG são eventos abertos à participação de escolas públicas ou privadas, urbanas ou rurais, sem exigência de número mínimo ou máximo de alunos, os quais devem preferencialmente participar voluntariamente. Podem participar da OBA e da MOBFOG alunos do primeiro ano do ensino fundamental até alunos do último ano do ensino médio.
A OBA e a MOBFOG ocorre totalmente dentro da própria escola, tem uma única fase e é realizada toda ela dentro de um só ano letivo, deste modo os certificados e medalhas são recebidos pela escola no mesmo ano letivo. Ao final da OBA e da MOBFOG todos os alunos recebem um certificado de participação impresso com o seu nome e se ganhou alguma medalha o tipo dela também consta do certificado. E se ganhou medalha, claro, recebe a mesma, a qual em geral é cunhada em metal ou acrílico.
Todos os professores envolvidos no processo e também os diretores escolares recebem os seus certificados. Aliás, até a escola recebe um certificado com o nome dela. Veja todos os detalhes no regulamento da OBA 2015 e veja também detalhes sobre a MOBFOG no regulamento da MOBFOG 2015.
Para mais informações, acesse: http://www.oba.org.br/site/

terça-feira, 24 de março de 2015

Prêmio Itaú-Unicef inscreve até o dia 4 de maio

Com o tema Educação Integral: Aprendizagem que Transforma, a 11ª edição do Prêmio busca mobilizar a sociedade para a importância da participação social na oferta de educação integral e, ao mesmo tempo, dar visibilidade ao trabalho de organizações em parceria com escolas públicas.

Para isso, esta edição, em uma ação inédita e comemorativa de seus 20 anos de história, premiará não só a organização como também a escola pública parceira. Assim, serão duas instituições premiadas!
Neste ano, o Prêmio formará gestores públicos da área de educação e assistência social para avaliar e selecionar os projetos semifinalistas inscritos. O objetivo é que cerca de 300 avaliadores passem pelo processo formativo que contará com ações presenciais e a distância.

Para fazer a inscrição, clique aqui.


Sobre o Prêmio - Criado em 1995, em um contexto de mudanças sociais na perspectiva da garantia de direitos – com a promulgação da Constituição Federal brasileira e do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) –, o Prêmio Itaú-Unicef busca identificar, reconhecer e estimular parcerias entre organizações da sociedade civil (OSCs) e escolas públicas no desenvolvimento de projetos socioeducativos que contribuam com as políticas públicas de Educação Integral para crianças, adolescentes e jovens em condições de vulnerabilidade socioeconômica.

Cada edição do Programa compõe-se de dois anos, sendo o primeiro ano de premiação e o segundo, de formação. O objetivo é reconhecer, estimular e dar visibilidade ao trabalho em parceria de OSCs e escolas públicas, para a educação integral de crianças, adolescentes e jovens brasileiros e oferecer processos de formação para agentes públicos com intuito de apropriar metodologias de avaliação.
Além disso, o Prêmio busca mobilizar a sociedade civil para a importância de sua participação no desenvolvimento de ações que promovam a educação integral.

Em 2015, o Prêmio Itaú-Unicef realiza sua 11ª edição. Com o tema Educação Integral: Aprendizagem que Transforma, serão premiadas as organizações da sociedade civil e as escolas públicas parceiras responsáveis por boas práticas de educação integral.






segunda-feira, 23 de março de 2015

Escolas municipais atuam no desenvolvimento de alunos com síndrome de Down



O Dia Nacional da Síndrome de Down é comemorado neste  sábado, 21. No município de Belém, pessoas com a síndrome recebem a atenção de diversos órgãos públicos, que juntos garantem os direitos à assistência, saúde e educação, por exemplo.
Dados obtidos pelo Sistema de Informação de Gestão Acadêmica (Siga), apontam que na rede municipal de ensino, gerida pela Secretaria Municipal de Educação, frequentam as aulas regulares 46 alunos com síndrome de Down, desde o Ensino Infantil até a Educação de Jovens e Adultos.   
Estes alunos recebem o Atendimento Educacional Especializado (AEE) nas salas de recursos multifuncionais no contraturno, o acompanhamento das atividades dos estudantes junto ao professor da classe regular, com objetivo de estimular e desenvolver o potencial do aluno, além do auxílio da equipe multiprofissional do Centro de Referência em Inclusão Educacional (Crie) Gabriel Lima Mendes, que faz parte da Semec, e atende todos os alunos com deficiência na rede municipal, quando é apresentada alguma demanda específica, como a necessidade de fonoaudiólogo e psicólogo.
Para a coordenadora do Crie, Denise Costa, o acompanhamento da criança favorecerá uma vida com mais igualdade e oportunidades. “A alteração cromossômica não altera a maneira como nós temos que tratar os alunos com a síndrome, pois não é um cromossomo que fará a diferença no amor, dedicação e respeito pelo ser humano. Eles precisam ser estimulados dentro das suas peculiaridades, na tríade educação, saúde e assistência social. As crianças que tiverem o atendimento dentro desta tríade desde cedo, podem ter seu potencial explorado e muito bem desenvolvido”, argumenta Denise.
Nas escolas, a integração e o respeito aos alunos com deficiência é a lição número um. Dentro de sala de aula, são realizadas atividades pedagógicas voltadas para o envolvimento de todos, respeitando o ritmo e o momento de aprendizagem de cada um. É uma maneira também de incentivar a permanência do estudante, que conta com suporte técnico pedagógico individual.
Para os profissionais, formações continuadas são oferecidas gratuitamente para que todos da escola sintam-se parte do processo de inclusão e do desenvolvimento dos alunos.
Mas os estudantes não são os únicos envolvidos neste processo. A família também é acolhida ao participar de encontros onde recebe esclarecimentos sobre os direitos dos atendidos, exposição de métodos que auxiliem o avanço na vida do aluno dentro e fora da escola, além do encaminhamento a outros especialistas.
Vanda Soares Nascimento é técnica de enfermagem e abriu mão da profissão para trabalhar como secretária doméstica e poder estar mais junto do filho, Marcus Vinicius Nascimento, aluno com síndrome de Down da Escola Municipal Francisco Nunes. De acordo com Vanda, a escola é um dos poucos locais onde se sente segura em deixar o filho, melhor até do que a instituição particular, onde Marcus estava matriculado.
“Ele começou a estudar quando tinha um ano e seis meses de idade. Quando fez seis anos matriculei ele na Francisco Nunes porque percebi que a escola tem muita estrutura, diferente da outra. Tem a professora de sala de aula, do atendimento especial que conhece a especialidade dele,  a escola é segura, e ele interage com as outras crianças, o que é muito importante para ele. Lá ele estuda, brinca, vê as atitudes de outras crianças, é um estímulo”, afirmou satisfeita, Vanda Nascimento.   
 Texto: Aline Saavedra
Foto: Tássia Barros – ComusSecretaria Municipal de Educação (SEMEC)



sexta-feira, 20 de março de 2015

Inscrições para a 11ª Olimpíada Brasileira de Matemática seguem até o dia 31 de março


Você que ainda não escreveu a sua escola na 11ª Olimpíada Brasileira de Matemática, tem até o dia 31 deste mês para fazer a inscrição. A 11ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP 2015) é uma realização do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) com apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). É promovida com recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC).
A 11ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP 2015) é dirigida aos alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e aos alunos do Ensino Médio das escolas públicas municipais, estaduais e federais, que concorrem a prêmios de acordo com a sua classificação nas provas. Professores, escolas e secretarias municipais de educação dos alunos participantes também concorrem a prêmios.
 Os objetivos são:
- Estimular e promover o estudo da Matemática entre alunos das escolas; públicas,
- Contribuir para a melhoria da qualidade da Educação Básica;
- Identificar jovens talentos e incentivar seu ingresso nas áreas científicas e tecnológicas;
- Incentivar o aperfeiçoamento dos professores das escolas públicas, contribuindo para a sua valorização profissional;
- Contribuir para a integração das escolas públicas com as universidades públicas, os institutos de pesquisa e as sociedades científicas;
- Promover a inclusão social por meio da difusão do conhecimento.
Os alunos participantes da 11ª OBMEP serão divididos em 3 (três) níveis, de acordo com o seu grau de escolaridade:

Nível 1 – alunos matriculados em 2015 no 6º ou 7º ano do Ensino Fundamental.
Nível 2 – alunos matriculados em 2015 no 8º ou 9º ano do Ensino Fundamental.
Nível 3 – alunos matriculados em 2015 em qualquer ano do Ensino Médio.
Os alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do 6º ou 7º ano do ensino fundamental deverão ser inscritos para as provas do Nível 1, os do 8º ou 9º ano para as provas do Nível 2 e os do ensino médio para as provas do Nível 3.
Para participar, basta clicar aqui.

Projeto Portas Abertas é realizado pela primeira vez em Belém




Iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes organização sem fins lucrativos com sede em Cotia, São Paulo, que busca a construção de uma sociedade inclusiva por meio da educação e da arte, em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef,  e Fundação Barcelona, instituição vinculada ao time espanhol de mesmo nome, o projeto Portas Abertas promove a inclusão de crianças e adolescentes com deficiência, nas escolas, por meio da educação física e do esporte inclusivo.
Pela primeira vez o projeto será realizado nas escolas públicas de Belém, através da Secretaria Municipal de Educação. De todo o país, apenas 15 capitais brasileiras foram selecionadas.
O Portas Abertas, que é dividido em etapas, se encontra no momento de formação. Neste processo participam o professor de educação física, o diretor escolar e o professor que realiza o atendimento educacional especializado a alunos com deficiência de cada uma das dez escolas previamente selecionadas. O lançamento do projeto para o ano de 2015 foi realizado no mês de fevereiro, em São Paulo, com a participação de representantes de cada município.
As formações ocorrem simultaneamente em todas as capitais via internet. Em Belém, os encontros são realizados no Núcleo de Informática Educativa (Nied) toda quarta-feira, de 14h às 17h30, até o mês de junho.
Nessa etapa os participantes assistem a aulas de variados temas, entre eles o histórico da educação inclusiva, elaboração e gestão de projetos, educação física inclusiva, políticas públicas para a educação inclusiva, estratégias pedagógicas para a educação inclusiva, e outros. Paralelo a isso deverá ocorrer o planejamento de projetos locais, voltados para a inclusão escolar, com implantação prevista até setembro.
Já no período de outubro a novembro, membros das entidades idealizadoras virão a Belém para fazer o monitoramento do projeto e participar do evento onde estarão presentes os cursistas, além de convidados, para o compartilhamento das experiências e do aprendizado vivido ao longo do ano.
Participam do projeto as escolas municipais Amália Paungartten, do bairro do Guamá, Alzira Pernambuco, do bairro do Marco, Antônio Carvalho Brasil, do bairro da Condor, Cordolina Fonteles, do bairro da Pratinha, Parque Bolonha, do bairro de Águas Lindas, Padre Leandro Pinheiro, do Guamá, Palmira Lins de Carvalho e República de Portugal, ambas da Marambaia, Terezinha de Souza, do Castanheira e Walter Leite Caminha, do bairro do Benguí.

Para a diretora do Departamento de Educação Física da Semec e interlocutora do projeto em Belém, Elizabeth Gomes, o projeto favorecerá ainda mais a inclusão dos alunos com deficiência na rede de ensino municipal. “A educação física exerce um papel muito importante na inclusão dos alunos com deficiência. E o projeto Portas Abertas vai somar ainda mais com as ações já desenvolvidas”, disse.
Texto: Aline Saavedra
Foto: Ascom Semec
Secretaria Municipal de Educação (SEMEC)

Secretária de educação de Belém participa de debate sobre o Plano de Educação



Representantes dos municípios paraenses das regiões Metropolitana, Nordeste e do Marajó estiveram reunidos nos dias 18 e 19 deste mês para debater e realinhar as diretrizes do Plano de Educação do município aos quais pertencem. Os municípios de todo o país têm até o dia 25 de junho para aprovar e encaminhar ao Ministério da Educação seus Planos de Educação sob pena de não serem contemplados com recursos e financiamentos por meio do Plano de Ações Articuladas- PAR. A iniciativa do encontro foi do Conselho Estadual de Educação.

A Secretaria de Educação de Belém, Rosinéli Salame, compôs a mesa oficial do evento que teve como tema “Planejando a próxima década: construindo os planos de educação”, junto a demais autoridades da área. O encontro foi realizado no auditório Albano Franco, da Fiepa, em Belém.

O encontro integra as atividades do pacto nacional que envolve o MEC (Ministério da Educação), UNDIME (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação), CONSED (Conselho Nacional de Secretários de Educação), UNCME (União Nacional de Conselhos Municipais de Educação),FNCE (Fórum Nacional de Conselhos de Educação), em parceria com as Secretarias de Educação, Conselhos Estaduais de Educação e Associações de Municípios.

Uma das diretrizes é universalizar até 2016 a educação infantil na pré escola para crianças de 4 e 5 anos de idade e ampliar a oferta da educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo 50% das crianças de até 3 anos até o final da vigência do Plano Municipal de Educação.

Rosinéli Salame, secretária de educação de Belém, enfatizou a importância da integração de todos os que fazem a educação no estado do Pará para dialogar sobre o plano. “Momentos como este garantem que os municípios finalizem seus Planos”, disse.

Para a presidente do CEE/PA, profª Suely Menezes do desafio e compromisso de cada um em garantir a aprovação do plano no prazo estabelecido em lei- dia 25 de junho. “Temos que pensar o município de forma grande; ultrapassarmos muros e pensar no ontem, hoje e no amanhã, num permanente exercício de discutir sonhos e anseios”, conclamou.

 

segunda-feira, 16 de março de 2015

Belém comemora o Dia da Escola com obras e valorização de professores




Neste domingo, dia 15 de março, data em que é comemorado nacionalmente o Dia da Escola, são vários os motivos para festejar em Belém, pois a Prefeitura Municipal vem investindo significativamente nos espaços educacionais. No último dia 6, a PMB inaugurou as Unidades de Educação Infantil (nomenclatura dada às antigas creches) “Aurá” e “Verdejante”, ambas localizadas na região do Aurá, além da quadra de esportes da Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Parque Bolonha, em Águas Lindas. A Unidade Pedagógica Jardim Nova Vida, também nessa área, já foi entregue.
 
 
Somente neste início de 2015, mais de 900 novas vagas foram criadas na rede municipal de ensino. Foram entregues à população as Escolas Municipais de Ensino Infantil e Fundamental Ayrton Senna, no Tenoné, e Sabino Barreto, no bairro de Águas Lindas, em Icoaraci. Além das escolas, a Prefeitura inaugurou, ainda em fevereiro, as quadras das escolas Pedro Demo, em Outeiro, e Maroja Neto e Lauro Chaves, ambas em Mosqueiro, proporcionando aos alunos um espaço seguro para a prática de esportes, lazer, integração e aprendizado.
 
 
Com isso, o município se destaca na média nacional quando o assunto é a existência de quadras esportivas nas escolas. Nacionalmente, de cada dez escolas apenas três possuem quadra de esportes. A capital paraense, no entanto, está bem acima dessa estatística: mais de 84% das escolas da rede municipal já dispõem desse espaço.
 
 
Mas, os investimentos no ensino público não são de agora. No ano de 2014, 28% dos recursos municipais foram destinados à educação, acima do que é previsto na Constituição Federal, cuja determinação percentual é de 25%. O investimento garantiu a recuperação e construção de novas escolas; climatização de salas de aula; construção de quadras cobertas; bibliotecas; salas de informática e multifuncionais; distribuição de tablets e bônus-livro para professores; entrega do prédio próprio do Centro de Formação de Professores; realização dos terceiros jogos escolares e jogos das ilhas; distribuição de cinco mil bicicletas que facilitam o transporte de alunos nos distritos de Outeiro, Mosqueiro e Icoaraci.
 
 
Professora na escola Rita Nery, no bairro do Tenoné, Cláudia Quadros trabalha há mais de 15 anos como professora. Ela já atuou na educação fundamental e atualmente leciona para o ensino infantil. Hoje, sente-se satisfeita e contente em poder dar aula em uma escola pública que possui tudo o que é necessário para o exercício da profissão. “Muita gente acha que escola pública não tem qualidade, do que eu discordo. A educação, sem dúvidas, é um desafio, mas, ao mesmo tempo, muito gratificante, quando, por exemplo, acompanhamos a evolução de cada criança. Aqui na escola é muito prazeroso ser professora. Os professores têm um excelente espaço de integração, assim como todos os espaços da escola. O tablet, que é muito importante já que a educação tem que acompanhar a tecnologia, eu utilizo para fazer registros dos alunos e pesquisas. Tem o material didático, e, o mais importante, as crianças dão um retorno positivo no que diz respeito ao aprendizado. Outra coisa boa é a participação das famílias, que é muito importante nesse processo. Elas confiam no nosso trabalho, a escola sempre está de portas abertas para a comunidade”, pontuou.
 
 
Apenas em 214, 2.700 vagas foram criadas com a entrega das Unidades de Educação Infantil Rosemary Jorge, no bairro do Castanheira; UEI Jesus Maria e José, no Curió Utinga; Unidade Pedagógica Jardim Nova Vida, em Águas Lindas; a ampliação da Unidade Pedagógica Allana Barboza, no bairro do Ariri Bolonha; além das inaugurações das Escolas Maroja Neto, em Mosqueiro e a Nova Aliança, na Pratinha II, além da ampliação da Alda Eutrópio, no Tapanã.
 
 
Para a secretária de Educação, Rosinéli Salame, a educação tem tido um avanço notório no município. “Vultosos investimentos estão sendo aplicados na melhoria da estrutura física da rede escolar e na qualificação de nossos profissionais. São novas escolas, ampliações e reformas de outras, novo centro de formação para os professores, tablets, climatização das unidades de ensino, merenda escolar de qualidade, e transporte eficaz para todos os nossos alunos”, afirmou.
 
 
Para o restante do ano, mais espaços de aprendizado estão por vir. A Prefeitura deve entregar ainda no mês de março a escola Solerno Moreira, no bairro da Terra Firme, que passa por reforma. A escola Edson Luís, no Guamá, que recebe, além da reforma, obra de ampliação, ainda neste semestre deve ser entregue à população.
 
 
Na Educação Infantil, serão inauguradas as Unidades Gênesis, no Maguary e Encanto do Saber, na Cremação. Também serão inauguradas a quadra do anexo Associação das Mulheres Nossa Senhora Aparecida, que é vinculada à escola Gabriel Lage, no Tapanã, ainda no mês de março e, no mês de abril, a quadra da escola Madalena Travassos, em Mosqueiro.


Texto: Aline Saavedra
Foto: Arquivo-Agência Belém
Secretaria Municipal de Educação (SEMEC)