segunda-feira, 7 de julho de 2014

Bibliotecas das escolas municipais de Belém são referência para o FNDE

Agora foi a vez das bibliotecas escolares municipais ganharem o reconhecimento do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). “Belém: cada escola, uma biblioteca”, foi o título da última matéria da série de reportagens especiais, referentes a educação no município de Belém,  publicadas no portal do órgão desde o mês passado.
Na matéria publicada nesta quarta-feira,02, foi destacado que Belém está prestes a comemorar a conquista de uma meta importante para a educação: a universalização das bibliotecas. Enfatizou que das 60 escolas que compõem a rede municipal, 59 já contam com as coleções.
A Lei 12.244, de 24 de maio de 2010, estabelece o ano de 2020 como prazo limite para que todas as escolas construam suas bibliotecas. Em Belém, a meta será alcançada ainda este ano, com a conclusão das obras na última escola em que será construída a biblioteca.
O texto ressalta ainda a forma com que as bibliotecas da rede municipal de Belém investem também na divulgação de autores paraenses, inclusive com a organização de rodas de leitura e outros eventos com a participação dos escritores. Através de depoimentos, evidenciou a satisfação dos leitores.
Os acervos das bibliotecas das escolas de Belém são formados com base no Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), executado pelo FNDE, e também por doações e por aquisições feitas pelo município. Em 2012, as escolas de Belém receberam 12.992 obras por meio do PNBE. Em 2013, foi quase o dobro: 22.620 obras, além de 2.262 DVDs.
A Prefeitura Municipal de Belém também realiza projetos que incentivam a leitura nas Unidades Pedagógicas e nas Unidades de Educação Infantil. Nos estabelecimentos de ensino que não possuem estrutura física para a construção de bibliotecas a PMB realiza o projeto Baú das Histórias. O projeto consiste em uma estrutura de biblioteca itinerante com cerca de 600 a 1000 livros. Inseridos ao projeto, há diversos programas que incentivam a leitura em família.
A série de reportagens foi resultado da visita do representante do Fundo, Warner Bento Filho, que esteve na capital no início do mês de junho, com o objetivo de retratar o trabalho das escolas de Belém e mostrar como a aplicação adequada dos recursos do FNDE impulsiona o desenvolvimento estudantil.

Texto: Andreza Carvalho
Foto: Ascom FNDE
Secretaria Municipal de Educação (SEMEC)

quarta-feira, 2 de julho de 2014

FNDE destaca importância do programa Caminho da Escola em Belém

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) reconheceu a importância do programa Caminho da Escola no município de Belém. O reconhecimento deu origem a duas matérias jornalísticas publicadas no portal do FNDE na manhã desta terça-feira,01, escritas pelo representante do órgão, Warner Bento Filho, que esteve na capital no início do mês de junho.
No decorrer das matérias, foi ressaltada pelo representante do órgão a forma com que o programa reduziu o tempo de locomoção dos alunos até as instituições de ensino. Na região ribeirinha por meio das lanchas escolares e, em outras localidades, através das bicicletas entregues pela prefeitura.
Desde janeiro a PMB já entregou 3.764 bicicletas a alunos de Mosqueiro, Icoaraci e Outeiro. O município de Belém é o primeiro a fazer a entrega de bicicletas a alunos da rede municipal de ensino. É uma iniciativa tomada com base no programa federal “Caminho da escola para zona rural” e adaptada pela gestão municipal. Os equipamentos são adquiridos  com recursos municipais.
Outro ponto enfatizado pelo representante do órgão foi a segurança do transporte, principalmente, na região das ilhas. Por meio de depoimentos de pais mais tranquilos com a nova forma de locomoção de seus filhos, ressaltou a maneira com que as lanchas escolares garantem uma viagem mais rápida e segura do que as realizadas nas embarcações comuns.
Vinte e três barcos e duas lanchas são usados no transporte de 580 alunos da região da Ilha Grande de Belém. O serviço permite que crianças e adolescentes sejam buscados e deixados na porta de casa antes e após as aulas. Com a medida, a Secretaria Municipal de Educação reduziu significativamente a evasão escolar nas escolas da área.
A visita de Warner Bento Filho a Belém deu origem a uma série de reportagens especiais publicadas, desde o mês passado, no portal do FNDE, que teve como objetivo retratar o trabalho das escolas de Belém é mostrar como a aplicação adequada dos recursos do FNDE impulsiona o desenvolvimento estudantil.

Texto: Andreza Carvalho
Foto: Ascom Semec
Secretaria Municipal de Educação (SEMEC)

terça-feira, 1 de julho de 2014

Lanchas garantem acesso rápido e seguro a escolas da Amazônia





Ainda é hora de Matita Pereira fazer das suas quando começa o movimento de barcos, lanchas e canoas pelos rios de Belém do Pará. Antes dos primeiros raios de sol, já se pode ouvir o ronco dos motores. Matita ou Matinta Pereira (uma velha ou um pássaro), conta a lenda, assusta as pessoas à noite com assovios e assombrações. Se alguém zombar de Matita Pereira, poderá ser perturbado por ela na escuridão da noite. Nas escolas públicas das Ilhas que formam a capital do Pará, sempre há uma história a contar sobre os mistérios de Matita.

Por isso, toda novidade que permita sair de casa com um pouquinho mais de luz do sol é excelente notícia. Talvez por esse motivo, as lanchas do programa Caminho da Escola sejam tão bem recebidas por alunos, pais e professores desse pedaço da Floresta Amazônica onde não é possível ir à escola de ônibus, taxi, bicicleta, de carro ou a pé. A essas ilhas só se chega mesmo pelas águas dos rios. E as águas dos rios variam, e muito, de acordo com as fases da lua, as chuvas e as épocas do ano, alterando correntezas, inundando ou secando ilhas, provendo camarão, impedindo ou dificultando viagens. Em meio a uma natureza tão expressiva, é preciso aprender a conviver com ela.

“Com as lanchas do Caminho da Escola, os trajetos passaram a ser feitos mais rapidamente, em menos da metade do tempo”, conta a coordenadora de educação das Ilhas de Belém, Iraneide Holanda. Antes das lanchas, os alunos eram transportados em barcos de madeira, pesados, lentos e barulhentos, mais vulneráveis às chuvas, ventos, correntes e variações de marés. “Uma viagem que demorava uma hora e meia de barco pode ser feita em apenas 20 minutos numa lancha do Caminho da Escola”, compara a coordenadora.

Os alunos da professora Cleude Costa, da escola Nazaré, na Ilha Grande, passaram a fazer em 45 minutos uma viagem que podia demorar uma hora e meia ou mais, dependendo das condições do tempo e das marés, o que atrasava o início das aulas.

“Eu tinha que começar a aula só às 8h30. Era muito estressante, as crianças ficavam muito agitadas. Meu tempo de trabalho era mínimo. Quando eu conseguia controlar a turma, já era quase hora de ir embora”, conta a professora. “Os alunos estavam desestimulados, o que prejudicava a frequência. A escola hoje está muito melhor. As lanchas melhoraram muito o trabalho e o desenvolvimento dos alunos”, diz.

As lanchas do Caminho da Escola foram projetadas e construídas, inicialmente, pela Marinha do Brasil em cooperação com o FNDE. O projeto foi aprimorado e, atualmente, as embarcações são produzidas pela empresa vencedora do Pregão Eletrônico do FNDE que registrou os preços das lanchas. Em ambos os casos, garantem mais rapidez e segurança que as embarcações comuns.

“A lancha é mais rápida e mais segura”, confirma a mãe da aluna Linda Evelyn, de 7 anos, Daniele Cruz Santiago. “Eu fico mais tranquila sabendo que a Linda viaja na lancha do Caminho da Escola. Antes, no barco, era mais arriscado, com muita maresia, viagens muito perigosas. Agora, as crianças chegam mais cedo, é melhor”, avalia.

A professora Analice Gomes da Mota confirma as melhorias e diz que as vantagens do ensino oferecido em Belém acaba atraindo vizinhos. “Tem gente que vem de outros municípios em busca do nosso ensino de qualidade”, diz.

Em Belém ou nos municípios vizinhos, o certo é que Matita Pereira tira a paz de crianças e adultos. Linda Evelyn, por exemplo, teve sua experiência: “Matita Pereira apeou de noite perto da minha casa. Assoviou e foi para a casa do meu avô. Depois, sumiu no mato”, conta.

Rariane, colega de Linda, nunca viu Matita Pereira. Mas o primo dela sim: “Mateus caminhava de noite tarde. Matita se escondeu no jambeiro e quase pulou nele. Meu primo correu para a casa da vovó e se escondeu lá. A vovó ficou meio coisa”.

Fonte: Site FNDE

Sobre duas rodas, caminho fica mais divertido em Belém do Pará





O estudante Jadson Eduardo dos Santos Braga, 14 anos, sai cedinho de casa para o Liceu Escola Mestre Raimundo Cardoso, em Icoaraci, Belém, onde cursa o sétimo ano. Faz calor, mas, à sombra das árvores e dos açaizeiros, Jadson pega a brisa da manhã, provocada pela velocidade de sua bicicleta amarela.

Antes de receber a magrela, Jadson fazia o trajeto a pé. Levava 15 minutos. De bicicleta, leva cinco. Além de demorar mais, o trajeto era aborrecido. “Ir de bicicleta é muito mais divertido”, diz o estudante. No caminho de volta, a bicicleta ajuda a pegar menos sol – e a chegar mais cedo para o almoço.

Em outro ponto da capital do Pará, no bairro de Mosqueiro, as bicicletas amarelas do programa Caminho da Escola também são muito populares. Lá, funciona a Escola Angelus Nascimento, de educação infantil e ensino fundamental, que recebeu 155 bicicletas, para alunos a partir de 12 anos. “Temos ônibus e bicicletas para fazer o transporte dos alunos. Eles podem escolher”, conta a diretora da escola, Cleyde Kelly Ramos. “As bicicletas ajudam muito as famílias. Este é um bairro de famílias de baixo poder aquisitivo”, acrescenta a diretora.

Verônica é uma das alunas que só vão à escola de bicicleta. A mãe de Verônica, Marcela Gomes da Silva, espera a filha em frente à casa, ao final da aula, às 18h30. “Falo para a Verônica ter zelo com a bicicleta, porque a utilidade é muita. Aqui o sol é muito inclemente”, diz. “Antes, a gente vinha caminhando. Chegava tudo suada, que é longe” lembra Verônica.

Adnele Ferreira da Silva, colega de Verônica, também não larga a bicicleta. Mas reclama que os meninos da escola zombam do capacete, sem saber que o equipamento é indispensável para o uso da bicicleta. “Os moleques daqui são um pouco péssimos”, reclama.

Fonte: Site FNDE

Belém tem primeira reunião preparatória do Fórum Permanente de Educação Municipal

Representantes da Secretaria Municipal de Educação (Semec) e de entidades envolvidas com a educação pública no estado  do Pará se reuniram, pela primeira vez, para dialogar sobre a instalação do Fórum Permanente de Educação do Município de Belém.  A reunião aconteceu no auditório da Escola de Governo na tarde desta segunda-feira, 30. A formação do Fórum está sendo coordenada pela Semec, por meio do núcleo de Direção de Educação (DIED).

No encontro, foi apresentado os principais objetivos e diretrizes do Fórum, que consiste em um espaço de deliberação, estudo, acompanhamento e de definições referentes às políticas municipais de educação, além de ser uma forma de aproximar a sociedade da discussão que dará as diretrizes da educação pública no município.

Os esforços do Fórum serão concentrados primeiramente para realizar o estudo referente ao Projeto de Plano Municipal de Educação, aprovado na Conferência Municipal de Educação em 2010, com intuito de atualizar e adequar ao Plano Nacional de Educação, depois, direcioná-lo à Câmara Municipal para aprovação.

Esteve presente no encontro a titular da Semec, Rosinéli Salame, que avalia a constituição do Fórum fundamental para o direcionamento da educação pública em Belém. “A instalação  do Fórum é absulatemente necessária, porque é através dele que acontecerá a aprovação do Plano Municipal de Educação, instrumento que irá nortear a educação municipal”, afirmou a secretária.

Durante a reunião, cada instituição se apresentou e explanou suas expectativas e contribuições para a constituição do Fórum, que acontecerá no próximo semestre.

A professora da equipe técnica do Died que está coordenando a instalação do Fórum em Belém, Fátima Cravo, falou sobre a constituição do Fórum. “A instituição do Fórum é um passo político importante e necessário para definir as diretrizes da educação pública no município”, finalizou.

Texto: Andreza Carvalho
Foto: ASCOM SEMEC
Secretaria Municipal de Educação (SEMEC)

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Projeto Concerto Didático leva mais 260 alunos da rede municipal ao Theatro da Paz





Alunos de 12 escolas municipais da região metropolitana de Belém e dos distritos de Mosqueiro e Outeiro assistiram ao concerto da Orquestra do Choro Uirapuru, nesta sexta-feira, 27, no Theatro da Paz.  A apresentação faz parte do Projeto Concerto Didático, que tem a parceria do Conservatório Carlos Gomes, Secretaria de Cultura do Estado do Pará e parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Ao todo, 260 alunos municipais estiveram presentes. O projeto oportuniza a alunos da rede pública conhecerem mais sobre a riqueza cultural, artística e histórica de onde vivem.

“Eu sempre pensava em como seria o Theatro da Paz, mas nunca imaginei que ele fosse tão grande e lindo. É muito interessante assistir a um concerto e também conhecer um pouco mais sobre cada espaço”. O depoimento é da aluna Thayssa Maria Monteiro Barbosa, que visitou o local pela primeira vez. Thayssa estuda na Escola Municipal Lauro Chaves, em Mosqueiro e teve que aguardar duas horas para chegar ao centro da capital. Viagem que pra ela, valeu muito a pena. “É muito bom conhecer lugares novos, eu estou adorando”, falou entusiasmada.

O concerto marcou o encerramento do projeto no primeiro semestre. Durante os seis primeiros meses deste ano, 820 alunos da rede municipal de ensino foram contemplados. Para a técnica do ensino fundamental, Raquel Veiga, a iniciativa garante um direito básico aos alunos. “O projeto permite trazer os alunos que muitas vezes, nunca tinham vindo ao Theatro e que saem enaltecidos em conhecer esse mundo, além é claro de proporcionar o direito à cultura e à música”, afirmou.

Além de apresentar músicas clássicas da cultura paraense e nacional, os alunos também tiveram uma ideia de como são e quais os sons dos instrumentos. No repertório, músicas clássicas como Aquarela do Brasil e outras mais populares e atuais.

“Para eles é muito importante conhecer o espaço e a riqueza cultural que existe no nosso Estado porque eles dão muito valor à música. Há um incentivo dentro da escola que começou no ano passado com aulas de flauta, ou seja, já há o incentivo e essa visita é como se fosse uma injeção de ânimo”, revelou a professora Ana Lucila Pereira, da escola Nestor Nonato.  

Texto: Aline Saavedra
Foto: Ascom Semec
Secretaria Municipal de Educação (SEMEC)

Festa junina fortalece laço entre a escola e a comunidade no Tapanã






Em locais que já foram marginalizados por episódios de violência e que possuem uma população carente, a escola passa a ter um papel fundamental de transformar a maneira como a sociedade conhece a comunidade do bairro e a visão dos próprios moradores sobre o local onde vivem.

Nesse sentido, a Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Gabriel Lage, localizada no bairro do Tapanã, proporcionou aos pais, alunos e à comunidade do entorno da escola uma grande festa junina para celebrar o mês das danças típicas da época, comidas regionais e acima de tudo, unir cada vez mais as famílias dos alunos e a comunidade escolar. O arraial do Gabriel Lage aconteceu nesta sexta-feira, 27.

Além das danças, houve ainda concursos de misses e brincadeiras, como a corrida do saco e a corrida com o ovo na colher, que animaram os alunos. Os pais parabenizaram a iniciativa que deu aos seus filhos mais um momento de lazer.

“A escola até a um tempo atrás era conhecida por ter alguns alunos que geravam, às vezes, atitudes de violência. Quando matriculei minha filha aqui, fiquei com receio, mas descobri que a escola não é mais violenta, pelo contrário, tenta unir ao máximo os pais da escola e fazer com que os alunos participem das atividades”, afirmou Lívia Maria Matos, mãe de uma aluna do 3º ano.

Durante a festa houve a distribuição de mingau de milho para todos os brincantes e um bingo. Tudo isso para incentivar a comunidade a conhecer mais sobre as atividades desenvolvidas dentro da escola.

O diretor escolar, Alcemir Pantoja Rodrigues, garante que a união entre a comunidade escolar e os moradores é a ferramenta para se alcançar uma educação de qualidade. “A importância da realização de um arraial dentro da escola é justamente para garantir a integração entre professores, servidores operacionais, funcionários da Gabriel Lage e os pais dos alunos, para que possamos fortalecer o laço entre a escola e a comunidade, resgatando o valor da instituição para a comunidade, além de festejar o período junino”, enfatizou Alcemir.

A alegria dos alunos em participar de uma festa junina, no ambiente escolar, era visível. “Meu sonho sempre foi de ser miss e hoje eu vou ser. Meu irmão, minha mãe e meu tio estão aqui pra me ver dançar. Isso é muito legal”, disse a miss caipira Eliza Ferreira Lopes, do 1º ano.

Texto: Aline Saavedra
Foto: Ascom Semec
Secretaria Municipal de Educação (SEMEC)

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Professores decidem pelo fim da greve

Professores da rede municipal de ensino decidiram pelo fim da greve nesta quinta-feira, 26. Dessa maneira, a Prefeitura de Belém reabre o diálogo para junto com a classe construir uma educação de qualidade e eficaz. A medida pelo fim da greve foi tomada ontem, durante assembleia geral realizada no plenário da Câmara de Vereadores, após a audiência sobre a situação da educação pública em Belém.
Vale lembrar que, apesar da greve deflagrada, 95% da rede municipal não aderiu à paralisação, o que significa que o calendário escolar, na maioria das instituições, não foi comprometido, e que as reivindicações contidas na pauta do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará (Sintepp) já foram solucionadas ou estão em andamento.
A Secretaria Municipal de Educação (Semec) aguarda a apresentação, pelo Sindicato, da proposta de PCCR, que subsidiará os estudos sobre o assunto. Em relação às aposentadorias que estão em tramitação, a Semec está em constante negociação com o Ipamb, órgão responsável pela efetivação das mesmas, para que sejam agilizadas. Quanto ao pagamento da gratificação de incentivo (titularidade), a titular da Semec, Rosinéli Salame, informou que está assegurada a inclusão na folha de julho, para todos os servidores que deram entrada em requerimentos específicos, e os retroativos estão programados para serem pagos parceladamente, dentro da capacidade de absorção da despesa na folha mensal.
Quanto aos demais assuntos, a Semec se compromete a estudar ponto a ponto, numa comissão formada com a participação dos servidores em que os membros sejam fixos e permanentes, para que dentro do prazo necessário, concluído o trabalho, se possa viabilizar aquilo que for decidido, nos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal e da capacidade econômica e financeira do município, respeitando a legislação municipal.
Em sua página na internet, o Sintepp concorda que “a decisão acertada da nossa categoria reafirma o compromisso de continuar dialogando com o governo no sentido de avançar na pauta de reivindicações, que aponte efetivamente para a melhoria das condições salariais e de trabalho de todos os trabalhadores da educação”.

Texto: Aline Saavedra
Foto: Oswaldo Forte
Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) 

quinta-feira, 26 de junho de 2014

FNDE reconhece a qualidade da merenda escolar em Belém

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) reconheceu o avanço na qualidade da merenda escolar fornecidas aos alunos da rede municipal de ensino de Belém, em especial, as localizadas na região das ilhas. O reconhecimento deu origem a uma matéria jornalística publicada no portal do FNDE, escrita pelo representante do órgão que esteve na capital no início deste mês.
Com base na informação que a alimentação da comunidade ribeirinha é sustentada de mandioca, açaí e peixe, o representante do órgão, Warner Bento Filho, ressaltou a importância da diversidade do cardápio escolar para a qualidade do hábito alimentar dos alunos, e enfatizou que dessa forma, demais nutrientes são inseridos na alimentação escolar, proporcionando um melhor desenvolvimento físico e intelectual.  

Hoje, a merenda escolar fornecida para os alunos consiste em um cardápio de alimentos frescos, como peixe, frango e carne vermelha. Além de hortaliças, açaí e galinha caipira fornecidas da agricultura familiar.  Segundo a Fundação Municipal de Assistência ao Estudante de Belém (Fmae), em breve, a instituição passará a adquirir tucupi e outros derivados de mandioca da comunidade quilombola do Abacatal para a merenda.
Além do reconhecimento da qualidade na alimentação dos estudantes, foi destacado que os esforços da PMB em relação à merenda já rendeu premiação. Em 2013, Belém recebeu o Prêmio Gestor Eficiente da Merenda Escolar, concedido pela ONG Ação Fome Zero.

O presidente da Fmae, Walmir Nogueira, ressaltou a importância da educação alimentar e nutricional para o desenvolvimento escolar. “Investindo em uma alimentação de qualidade e possibilitando para o aluno um hábito alimentar mais saudável, estamos contribuindo para o seu desenvolvimento, pois bem alimentada, adquiri mais conhecimento”, concluiu o presidente.




Leia a matéria na íntegra em www.fnde.gov.br

Texto: Andreza Carvalho
Foto: Divulgação Internet